Uma borboleta voava, toda colorida e muito graciosa. Então
pousou num galho, muito, muito seco. Mas que galho, seco e frágil, pronto para
virar pó ou cinzas, tão sensível que dá dó encostar. Ela pousou neste galho
dentro de uma floresta enorme, dentre tantas opções ela ainda sim escolheu
aquele galho. Não se pode julgar algo pela aparência, nem pelo passado; Algo só
pode ser julgado pelo presente e pelo que está fazendo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário