Quando encaro o sue sorriso.
Fico assim, sozinha em mim admirando a sua faísca de felicidade.
Paro, fico ali, fingindo prestar atenção e distraída por seu olhar e
desejando dizer não.
Meu medo ainda vive e o fogo também persiste, falta gelo para me acalmar
esse desespero a borbulhar paixão.
Cartas eu me admiro por escrever a você, pontinho colorido na minha vida
preta e branca. Gracinha aparecida para fazer bater meu coração.
Quando as ondas batem na areia ela então resiste e persiste em continuar
ali. Quando a onda vai ela vai também logo depois volta e o ciclo a retem.
Paro na minha vidinha toda estressada quando sou atingida por sua onda de
calma. Fico ali quietinha por fora, mas, por dentro passa fogo e desejo que não
vão embora.
Sabe aquela sensação que você tem que depois da tempestade? É o que eu sinto
junto com liberdade.
São coisinhas simples que fazem falta para qualquer um. São preciosidades
que afetam qualquer um.
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