A luz se esvai, fica
só a angústia de um crime de falsidade e de falta de liberdade, de falta de
troca de carinho, de querer bem, qual é o preço pra se sacrificar por um amor
que não se importa com a situação, então aperta o coração, sem quase nenhuma
pulsação calma, sem paz na alma. A força que falta, vem da raiva de você. O
mundo para e por algumas horas entro na inconstante e inebriante chateação,
talvez seja sem noção, o ser que era pra contribuir, crescer junto, valorizar,
enfim está aprendendo a jogar, e sujo. O egoísmo reina entre esses dois mundos,
essas duas mentes que um dia foi uma. Sofrem agora por fora e por dentro pelo
orgulho, que embrulho e embaraço a fala do pedaço do meu coração, decepção.
Falta de espaço. Pra que, nè?! Fique com esse só pra si, mas quando o frio vier
não haverá calor, só haverá o horror de estar só, a vingança tão almejada e
desesperada por qualquer passo em falso, daí se vê que você não é mais você,
perdido em si esperando calor, esperando isolado, de lado porque um ser sem
outro é vazio, pois, a presença preenche, enche, encaixa, anexa, conduz e
introduz e induz a madrugada.

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